Alex Simões + Daniel Saboia, Fábio Steque e Patricia Almeida (TANTO Criações Compartilhadas)


O diálogo entre os artistas da TANTO e o poeta Alex Simões se inicia no movimento social Desocupa, que em 2010 lutou contra a privatização e espetacularização dos espaços públicos de Salvador. Desde então, os autores se reencontraram em diferentes ações políticas e artísticas, sempre permeadas pela experiência urbana e por uma abordagem crítica, política e poética da cidade. Alex Simões é poeta e performer. Tem quatro livros publicados e uma série de poemas em antologias, coletâneas, revistas e sites nacionais e internacionais. Participa de importantes saraus, festivais literários e eventos multilinguagens na Bahia e fora dela desde os anos 90. A TANTO - criações compartilhadas é um coletivo de criação que atua no cruzamento entre as artes gráficas e o campo expandido da arquitetura. Interessados por processos transdisciplinares e coletivos, expandem sua colaboração a uma diversidade de artistas e linguagens na criação de projetos artísticos e de design gráfico, espacial e editorial. Um dos principais campos de pesquisa e produção do coletivo é o da publicação experimental e independente, tendo já publicado 5 livros em co-autoria com outros artistas e editoras baianas, um deles selecionado entre os 10 melhores livros infantis no prêmio Jabuti 2020.

João Oliveira + Kaula Cordier


João Oliveira e Kaula Cordier vivem e trabalham em Salvador-BA. Sempre parceiros em projetos individuais um do outro, esta é a primeira vez que trabalham numa coautoria. João (Salvador-BA, 1989) é artista visual graduado pela UFBA, onde também fez mestrado em processos criativos. Lida com gravura e seu encontro com outros suportes, buscando na apropriação de suas experiências pessoais, instaurar obras de caráter autobiográfico forjado. Participa regularmente de exposições coletivas, individuais, bienais, salões, residenciais nacionais e internacionais, tendo recebido muitas menções e prêmios. Sua obra está em coleções como ACBEU/BA e Parque Lage/RJ. Kaula (Itabuna-BA,1983) é designer gráfica no estúdio de design CAVALO, que fundou em 2013. Atua na área de Marketing Cultural e Cinema. Elabora conceitos, cria identidades e desenvolve a programação visual de projetos. Aproveita tudo o que lê, vê e ouve para se reinventar constantemente. Essa união de muitos anos criou o coletivo da dupla, o Estúdio SELVA.


Lara Perl


Lara Perl é fotógrafa, editora e artista visual. Em seu trabalho, propõe a construção de pequenas narrativas e universos a partir de fragmentos coletados nos territórios por onde caminha, transitando livremente entre palavra, fotografia e arquivos diversos. Investiga as possibilidades do livro como um objeto para o futuro, explorando relações entre texto e imagem. Em 2016, realizou Temporal, sua primeira exposição individual, e fundou a Gris– editora independente que publica fotolivros e livros de artistas baianos, em parceria com o designer Rafa Moo. Nos últimos anos, vem participando de diversas feiras e exposições coletivas como o Festival de Fotografia do Sertão (Feira de Santana, 2015), Lambes na Laje (São Paulo, 2015-2016), Miss Read Art Book Fair (Berlin, 2017) e Tokyo Art Book Fair (2019). Também tem obras na coleção permanente do Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana (Salvador) e atualmente é mestranda em Processos de Criação Artística no Programa de Pós-Graduação de Artes Visuais da Universidade Federal da Bahia (PPGAV-UFBA).

Laura Castro


Artista da palavra e editora independente, Laura Castro é professora adjunta no Instituto de Humanidades, Artes e Ciências (IHAC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde atua no Bacharelado Interdisciplinar em Artes. Dedica-se à criação literária, tendo publicado regularmente desde 2011, com investigações editoriais ligadas ao campo da performance, do livro experimental e das artes visuais. É movida pelo desejo de experimentar diferentes possibilidades materiais da escrita e pensar sobre elas.




Leonardo Vieira + Nadine Nascimento (A margem)



A margem é uma plataforma editorial, coordenada por Léo (Leonardo Vieira) e Júpiter91 (Nadine Nascimento), que trabalha as possibilidades dos fazeres manuais e da produção gráfica e experimental, questionando o papel formal da arquitetura e das artes plásticas; espaço de criação e experimentação; deslocamentos, subversões e recontextualizações através da palavra, da imagem e das subjetividades do fazer livro. Léo cresceu em Citrolândia, Minas Gerais, e vive na Bahia desde 2014. É artista gráfico e da palavra, estudante de arquitetura e urbanismo pela FAUFBA, pesquisador e leitor aventureiro. Curioso pelo livro como possibilidade crítico-político-inventiva&democrática. Júpiter91 é de Salvador e foi criada em Ipiaú, lá do interior do mato, na Bahia. Artista visual e sonora, estudante de arquitetura e urbanismo pela FAUFBA. Pesquisa e desenvolve projetos interdisciplinares relacionados às artes gráficas e sonoras através da colagem analógica, não apenas como um cálculo compositivo específico ou ideias que ilustram o irreal, mas como forma de narrar memórias e imaginações.

Miguel Falci


Miguel Falci vive e trabalha em Salvador. Foi finalista do 21o Programa Nascente (USP). Integrou o Programa de Web Residência do Olhão (SP) como artista residente. Participou de exposições coletivas (em São Paulo e Salvador) e criou instalações sonoras para eventos em Portugal e Bielorússia. A formação em arquitetura (graduação na FAUUSP e mestrado na Universidade de Tóquio) despertou nele a paixão pelo processo e o interesse pela maneira como projetos e ideias são concebidos e materializados. Seus trabalhos são tentativas de entender o que nos escapa.

Patrícia Martins


Patrícia Martins (1993, Salvador) é graduada no Bacharelado Interdisciplinar em Artes na Universidade Federal da Bahia e mestranda no Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Bahia (PPGAV - UFBA) na linha de processos criativos. Atua como pesquisadora, artista visual e produtora. Em seus trabalhos, costuma explorar imagens de arquivo, o conceito de matriz e de duplos e a autoimagem.  Participou da coletiva “CURA” no Museu de Arte da Bahia, do “8º Prêmio Ibema de Gravura” realizado no Solar do Barão, sendo uma das artistas premiadas, da coletiva “Olhares Transversos: fotografia e fotógrafos”, na galeria Roberto Alban, da “3ª Mostra Gráfica” no Museu de Arte Moderna da Bahia, da exposição coletiva "S/título" da galeria do Goethe-Institut Salvador, da “I Bienal do Sertão de Artes Visuais”, da exposição ”NOISE Invade Portugal”, três edições do “Panorama” no Museu de Arte Contemporânea de Feira de Santana, entre outras.

Renata Voss


Renata Voss é artista visual, professora de fotografia da Escola de Belas Artes da UFBA, doutora em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Tem interesse por processos alternativos em fotografia e investiga as suas materialidades desde 2004 por meio de processos químicos como cianótipo, marrom van dyke, papel salgado, goma bicromatada, platina/paládio, dentre outros.


Tom Correia


Nascido em Salvador, é escritor-fotógrafo com formação em jornalismo e trajetória híbrida que envolve projetos em fotografia de rua e literatura. Foi curador do Festival Literário Nacional · FLIN [2019] e de duas edições da Festa Literária Internacional de Cachoeira · Flica [2017·2018]. É autor de “Memorial dos medíocres” [Prêmio Braskem de Literatura], “Sob um céu de gris profundo”, “Ladeiras, vielas & farrapos” e “Clube dos niilistas” [inédito] que traz contos inspirados em imagens de fotógrafos icônicos, a exemplo de Vivian Maier, Voltaire Fraga, Gordon Parks e Miguel Rio Branco. Já participou de residências no Instituto Sacatar [Itaparica] e no Hangar Centro de Investigação Artística [Lisboa].

Zé de Rocha


Zé de Rocha (José R.M. Rocha) é artista visual. Nasceu em 1979, na cidade de Cruz das Almas, Recôncavo baiano. Atualmente, vive e trabalha em Salvador. Destaca o RISCO como seu princípio de criação, em suas acepções de traço e perigo. Propõe um olhar gráfico para a Guerra de Espadas de Fogo, por meio de desenhos e vídeos de animação realizados com carvão. Trata-se de uma manifestação que ocorre durante os festejos juninos no recôncavo e em outras regiões baianas, principalmente, em Cruz das Almas, cidade natal do artista.
Dessa maneira, os desenhos de Zé de Rocha podem ser associados a contextos diversos, em que o fascínio exercido pelo fogo confirma a convivência com o risco como fator inerente à própria constituição do ser humano. É o risco em suas reincidências e multiplicidades, seja como traço ou linha, perigo iminente ou ameaça, apagamento, desenho de luz e escuridão.



Agnes Cajaíba


Artista visual e pesquisadora formada em jornalismo pela UFBA, mestra em Estética das Artes Eletrônicas pela UNTREF (Argentina) e doutoranda em Arquitetura e Urbanismo pelo PPGAU/UFBA, onde estuda a fotografia e suas relações com o tempo, a memória e as cidades.
Desde 2009 trabalha com curadoria de exposições, fotografia para cinema, direção, filmagem, edição de videoclipes e vídeos institucionais, além de ensino de fotografia e arte (OiKabum!, Octopus Estúdio, Espaço Xisto Bahia, Ativa Atelier, Caixa Cultural Salvador e Universidade Federal da Bahia).
Já ganhou o Prêmio Portas Abertas para Artes Visuais (2013), foi bolsista do Planetário Galileo Galilei (Argentina), participou do Festival de Artes Eletrônicas do museu Recoleta, foi curadora convidada da mostra coletiva Arte e Cidade (2016), participou da residência artística Velejar e da mostra coletiva Com Resistir no Mundo de Hoje (2018/Fórum Social Mundial).

Daniel Lisboa


Escritor, roteirista e realizador, assinado, entre outros projetos, o longa “Tropykaos”. Desde 2017, na cidade de Salvador,  com o proejto Lambes do Mal, surpreende as pessoas com frases que subvertem a lógica cotidiana propondo outras trilhas para o pensar. Coladas nos muros, postes e viadutos da cidade, utilizando o formato lambe-lambe, as frases do projeto já fazem parte da paisagem urbana da capital baiana e de outras cidades brasileiras.


Felipe Rezende + Luma Flôres


Felipe Rezende é formado em Artes Plásticas pela Universidade Federal da Bahia. Trabalha sobretudo com o desenho e suas possibilidades expansivas, constituindo um encontro com o cotidiano e elementos nele contidos. Exposições selecionadas incluem coletivas no Museu de Arte Moderna da Bahia e Museu da Cultura Afro Brasileira, no Brasil, e experiências em Porto, Portugal e Cidade do México, México.
Luma Flôres é d esigner gráfica formada pela EBA-UFBA, artista visual, ilustradora e co-fundadora do Estúdio Arumã. Nasceu e cresceu no sertão baiano e reside em Salvador desde 2014. Desde então, se sente em casa em qualquer lugar perto de muita água. Gosta de trazer para os projetos diferentes processos experimentais artísticos através de técnicas como pintura, gravura, bordado, colagem e impressões artesanais.
 

Leandro Estevam


Artista visual e designer (Universidade Federal da Bahia). Desde 2008 desenvolve trabalhos autorais com participação em salões e exibições. Sua pesquisa atual tem como fio condutor a percepção do cotidiano através do diálogo com os elementos naturais e artificiais da paisagem. Através do desenho de observação e apropriação da vegetação local, constrói sua poética utilizando o poder da natureza enquanto imagem e linguagem.




Leonardo França + Lia Cunha


Leonardo França (cineasta, diretor e performer de Salvador-BA) é um artista do corpo que faz do estilhaçamento sua produção estética. Produz colaborativamente com vários artistas da dança, cinema, música, artes visuais e teatro. Desde 2010, integra a equipe de artistas-curadores da Dimenti produções culturais. Em sua atuação estilhaçada assume diferentes posições como diretor, dançarino, ator e performer. Suas criações ganham múltiplas configurações como espetáculos, instalações, livro-objeto, músicas e curtas-metragem.
Bacharel em Artes Plásticas pela UFBA (2015), é ilustradora, diretora de arte, designer, editora e performer. Vive e trabalha em Salvador, onde desenvolve projetos colaborativos em artes integradas e investiga o livro de artista em suas possibilidades interdisciplinares através da Duna, estúdio criativo e editora. Em 2014 integra a equipe da Tiragem: laboratório de livros (EBA - UFBA) como membro do conselho editorial, e em 2019 passa a atuar como diretora de arte da Revista Miolo. Desde 2019 colabora como ilustradora nas edições de domingo do jornal Correio da Bahia.

Lucas Silva Moreira + Lara Perl e Rafa Moo (Gris)


Gris é uma editora independente de Salvador que trabalha no
campo das artes visuais e da fotografia. Produz fotolivros, zines, lambes e pequenos impressos, sempre buscando soluções para materializar projetos em narrativas impressas, utilizando diversos recursos gráficos de impressão e acabamentos artesanais.

Pedro Marighella


Artista visual de vocabulário múltiplo Pedro Marighella tem como principais interesses em sua produção o olhar sobre processos culturais, sociais e históricos (o lugar e o tempo), com destaque para o potencial crítico da diversão. Essa busca é sintetizada através de ilustrações, áudios e textos curtos que revelam aspectos de estranheza intrínsecos a esses temas e o resultado de seus trabalhos é um lugar de trânsito através de analogias obscuras e posicionamento crítico. Ganhador da Bienal do Recôncavo de 2011, Pedro também foi integrante do coletivo GIA entre 2003 e 2010.

Taygoara Aguiar


Formado em Design gráfico pela UFBA, atuou como artefinalista em diferentes gráficas da cidade. É professor da Escola de Belas Artes/UFBA e ex-coordenador do curso de Design desta instituição.  Como docente, criou e coordena, desde 2014, o Programa de Extensão Design Griot: poéticas e identidade. Este programa desenvolve e orienta projetos de animação, videografismo, mapeamentos, design editorial e livros experimentais.


Túlio Carapiá + Clara Cerqueira


Túlio Carapiá é designer gráfico e artista visual. Atualmente é
infografista e ilustrador do Jornal A Tarde e da revista Muito. Já ilustrou dezenas de livros, revistas, trabalhos publicitários, além de ter suas obras autorais expostas no Brasil e no exterior.
Clara Fernandes é professora de línguas, tradutora e membro do Coletivo Brasil, projeto desenvolvido em parceria com a revista franco-canadense Sens Public. Tem traduções publicadas em revistas universitária em diversos estados do país e no exterior.

Yohanna Marie


Mestranda em Artes Visuais e Graduada em Artes Cênicas, pela UFBA. Investiga as relações entre afeto, cuidado e harmonização dos elementos que compõem o universo, através de uma poética ambientada na relação com os movimentos do mar, corpo ativador de toda sua construção poética e estética.



Ficha técnica
Produtor: Ilan Iglesias
Editora/curadora: Larissa Martina
Designer: Vanessa Cersil
Assessoria de comunicação: Cristiana Watanabe
Fotografias: Caixa de Fósforo
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